C a r r e g a n d o . . .
Saiba um pouco sobre a AVE FÊNIX
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No Glossário Teosófico (Editora Ground) Helena Petrovna Blavatsky descreve a Fênix como uma "ave fabulosa, do tamanho de uma águia, que, depois de uma longa vida, consumia-se a si própria através do fogo e renascia de suas próprias cinzas. É o símbolo da ressurreição na Eternidade, na qual a Noite segue ao Dia e o Dia à Noite".

A Fênix é, assim, um símbolo para toda forma de vida, que igual à ave mitológica, tem um princípio e um fim, para depois recomeçar e terminar novamente, sucessivas vezes; isso acontece para os eons que duram as vidas de galáxias e universos, da mesma forma que para a efêmera existência de vida de homens, animais, plantas... Podemos, ainda, verificar essa idéia de começo, fim e recomeço dentro da vida de homens, nações, planetas, etc., ao percebermos os vários ciclos que todos cumprimos, tais como, períodos de dificuldades, em que após chegarmos a situações extremas, conseguimos "renascer" para uma nova fase, mais feliz.

O Mito da Fênix encontra ressonância na Alquimia, em sua etapa denominada Calcinatio ou Calcinação, quando a matéria-prima com que o alquimista está trabalhando chega ao seu ponto máximo de putrefação, e, aparentemente, não teria mais utilidade; nessa fase a matéria-prima é queimada, ou calcinada, ou ainda, sacrificada, e com suas cinzas a opus alquímica entra em uma nova etapa; assim, também o ser humano, após intenso sofrimento, equivalente a uma calcinação, parte para uma nova etapa de sua vida em que não precisará mais repetir os enganos já vividos.

Reprodução
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Na natureza o curió defende com muita garra seus domínios. Se alguma outra ave se aproxima do ninho, ele a repelirá até com certa violência. Em cativeiro não será difícil procriar a espécie, desde que seja reconstituído o seu habitat natural. para isso, você deve criá-lo em gaiolões ou viveiros. Nos viveiros devem ser plantadas pequenas árvores como pinheirinho. Nos gaiolões, devido ao espaço menor, coloque alguns ramos de bucho (tipo de vegetação) para a fêmea usá-los na construção do ninho. Este ninho pode ser encontrado em qualquer loja especializada e colocado no viveiro ou gaiola. O importante é colocar as gaiolas ou os viveiros em local arejado, que não seja escuro, não sofra correntes de ar e nem excesso de calor ou frio e, se possível, receba os raios solares da manhã.

O reprodutor deve gozar de total saúde, e a fêmea também deve estar com boa saúde e deve estar pronta para a procriação. Não se deve cruzar pássaros consangüíneos para não ocorrer degeneração. A fêmea deve ter de 1 a 4 anos de idade, que é seu período de postura, embora algumas continuam com a postura mais tempo. Depois do nascimento do filhote é aconselhável tirar o macho e deixar só a fêmea, mas o macho deve estar por perto para ensinar o filhote a cantar.

Para que o acasalamento aconteça, coloquem o macho e a fêmea inicialmente em gaiolas separadas, mas próximas uma da outra. Com uma divisória no meio com os passadores abertos, todo os dias pela manhã bem cedinho de preferência tira-se a divisória, até que ela esteja pronta e peça gala, no dia que pedir gala após 30 minutos tire novamente a divisória e no dia seguinte pela manhã novamente para termos certeza de não perdermos a cópula e que ela bote sem gala(ovo branco).É nesse tempo que a fêmea vai preparar o ninho. A fêmea normalmente põe dois a três ovos, que são chocados em torno de 12 dias. Quando os filhotes nascem, levarão cerca de 10 a 14 dias para saírem do ninho. É nesse período que os filhotes começam a exercitar as asas e as pernas, por isto, você deve colocar o ninho em lugar baixo para evitar que os filhotes morram por uma eventual queda. Com 20 a 25 dia os filhotes começam a gorjear (cantar).

Quando eles estiverem com 30 dias mais ou menos, já se alimentam sozinhos e você deve retirá-los da companhia dos pais. Isso é muito importante porque o macho, inexplicavelmente, poderá feri-los se ouvir cantos de outros pássaros. Por isso, coloque os filhotinho em gaiolões para voarem e se desenvolverem.

O curió é conhecido pela higiene e limpeza do ninho. Isso é tão marcante na espécie que alguns criadores não colocam mais a coleira de identificação na perna dos filhotes enquanto estão no ninho, porque a mãe curió vai retirá-las podendo até ferir os filhotes nessa tentativa. Ela não aceita nenhum objeto estranho ou sujeira no ninho.

A troca de pena e bico é feita no período de abril a junho (podendo variar de um pássaro para outro e de regiões), neste período há uma queda da resistência e o curió está sujeito a pegar febre e outras doenças. Convém cobrir a gaiola para evitar o vento e, dar boa alimentação e deixar a gaiola bem limpa. Neste período o curió provavelmente deixará de cantar.

Cantos de Curió
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curió calminha Paracambi metálico

curió

caboclo

Paracambi

São José

curió

caneco

Ribeirão

 

curió

capiva

Praia

clássico

curió

capote

Timbira

 

curió

carijó

Paracambi

S. José/lento

curió

carinho

vovô-viu

 

curió

capricho

Timbira-virado

 

curió

catira

sorocabão

para fibra

curió

catito

Paranaguá

clássico

curió

coração

Mamanguape

 

curió

fininho

Florianópolis

 

curió

jurema

vi-vi-téu-téu

 

curió

saguí

vitetéu-Bahia